Maranhão – Costa Oeste

Maranhão – Costa Oeste

7 de janeiro de 2017

Por volta das 9:00hs, Alison já estava lá, para fazermos o pedal juntos. Passamos ainda na casa de Marconi e da Filadélfia. Para completar a equipe, chegou a Alessandra. Saímos todos juntos, pegamos a avenida geral e pedalamos até o Cais da Praia Grande.

Alison tinha agendado as duas passagens para pegarmos o barco às 10:40, porém chegamos 10:30 e não tinha mais vaga para irmos. Tentamos insistir mas não foi possível. Então tivemos que comprar a passagem das das 14:30 horas. Aproveitamos para ir no centro histórico e conseguir comprar o gás que precisava para fazer meu cafezinho. Vamos almoçar próximo ao mercado público.

Estava saindo do centro histórico encontrei o professor Magé, trocamos a ultima ideia e se despedimos. Axé meu mano!!!

Voltamos ao cais para pegar o barco, e ali e apareceu o Nicolas, conversamos e se despedimos. Valeu mano, axé!!!

Depois me  despedi da galera e eu e Halisson seguimos a viagem de barco até Alcântara.

Valeu Marconi, Filadélfia, Alessandra! Altas parceria, Forte axé no coração!!!

Alcântara é uma cidade histórica, com muitas famílias negras. Era um reduto dos escravos. Muitos prédios históricos, velhos e abandonado. Ruínas de construções antigas e o calçamento de entrada é todo com pedra com duas cores formando triângulos.

Passamos em frente à igreja onde tem um Pelourinho de pedra

Passamos de uma padaria, tomamos café e compramos alguma coisa. Saímos de Alcântara, pegamos a rodovia e pedalamos 18 quilômetros até chegar o povoado de Rio Grande.

Halisson me apresentou o Alex, um grande amigo. Tomamos café, conversamos e tomando suco até mais tarde. Nessa noite conheci um pouco do reggae de Maranhão, pois Halisson e Alex são dois regueiros de primeira. Com esses dois caras aprendi o verdadeiro sentimento pelo reggae. Me falaram da história sobre os trabalho, os namoros, os bons tempos da Velha Guarda da do reggae do Maranhão. Falaram também da relação da capoeira com o reggae no Maranhão. Disseram que antigamente os seguranças das boates eram Capoeiras, papo vai, papo vem até as até às 2:30hs da manhã e fui descansar. Alex e a Halisson ainda ficaram conversando sobre reggae.

8 de janeiro de 2017.

Acordei sair do quarto e o Halisson estava dormindo na rede. A Júlia esposa do Alex e João seu filho estavam dando comida para as galinhas. Tomei um banho e preparei um café e logo pessoal. conversamos um pouco e se preparamos para sair. Começou a chover, então ficamos para o almoço. A Ju preparou um almoço maravilhoso. Descansamos um pouco, se despedimos e eu e Halisson seguirmos em direção a Pinheiros. Alex meu brother, muito obrigado pela recepção e hospedagem, foi demais ter conhecido um pouco da da sua história e a do Reggae do Maranhão um grande axé a vc e a toda a família!

Eu e Alex seguiremos pela rodovia e passamos por alguns povoados

Halisson voltou para São Luiz e eu segui até chegar em Pinheiro.

 Meu amigo, meu irmão, muito obrigado pela parceria. Sempre disposto em ajudar. Fique com Deus e logo se encontraremos de pedal por ai. Forte abraço!

Chegando na cidade, passei pela praça e entrei em uma padaria. Comprei pão e um bolo de coco. Tomei café na praça e logo foi procurar uma pousada. Acabei ficando próximo à rodoviária. Pousada Goiana e consegui negociar o R$ 20,00 o quarto com ventilador. Tomei um banho, escrever um pouco e fui descansar.

9 de janeiro de 2017.

Acordei abrir a janela e vi que estava chovendo tomei café da pousada e passei algumas mensagens e quando parou a chuva, peguei a estrada. O acostamento estava péssimo e praticamente impossível de rodar, na maioria do tempo dividi o espaço com os veículos. Parei em um pequeno povoado para tomar café e antes de chegar em Santa Helena. A tarde peguei chuva forte e tive que me esconder embaixo do marquise. 

Segui mais um pouco e quando cheguei na cidade, caiu uma chuva forte de novo aí porém por quase uma hora, aproveitei para almoçar por R$ 12,00 em restaurante do lado da rodoviária. Esperei um pouco e continuei a viagem. A tarde foi longa e pedalei até chegar em Maracaçumé. A cidade é praticamente em torno da rodovia. Fui em uma padaria para tomar café e procurei uma pousada Consegui pernoite por R$ 20. Mais cedo, tinha passado uma mensagem para um grupo de capoeira na cidade, porém não recebi retorno a tempo. Ainda passei em alguns lugares perguntando sobre a capoeira e fui até o centro cultural. Lá estava acontecendo aula de judô, mas nada de capoeira. Comprei umas coisas do mercado e depois sair para jantar de mais uma volta e fui descansar.

10 de janeiro de 2014.

Acordei na pousada por volta das 7:00hs,  o café da pousada era bem simples e não tinha muitas coisas, somente margarina para passar no pão, café com leite e mamão. Organizei tudo, tomei um banho e peguei na estrada. Seguir pela rodovia passei pelo vilarejo de junco e logo após parei para tomar um café. Por volta das 12:00 cruzeiro o Rio Gurupi estado do Maranhão chegando no estado do Pará.

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